“Equador” (#1.15) (2009)

“Equador” Episódio #1.15 (2009)

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exílio

Estou a comentar este episódio e pedaços de alguns outros.

Isto é triste. Triste de ver, miseravelmente mau em tudo, desde o enredo básico à mediocridade básica que é o alvo disto e que ajuda a moldar.

O que temos é cartões pintados que ilustram situações vulgares, histórias formatadas. Não há qualquer tipo de questionamento de qualquer tema, visual, narrativo, “histórico”. Os cenários são vistosos e más ilusões de “história”, mas o que vemos é apenas milhares de séries de tv anteriores, e má literatura, com elementos de pseudo multi-culturais que distraem. Isto é televisão cega, e isso é dizer muito.  É um género formatado que é produzido vezes sem conta, tantas como os livros formatados como aquele em que esta série se baseia.

Tudo isto é triste, o vulgar e inútil que é a produção televisiva média por estes dias, pelo menos em Portugal. Ainda mais triste é considerar que estas produções ridículas reflectem as mentes dos espectadores de tv. Bem, pelo menos parte delas, sim.

Mas há algo mais que é realmente triste. Há 3 nomes nesta produção, 3 pessoas muito valiosas, que deveriam estar a fazer coisas grandes nas suas vidas, e em vez disso se arrastam nesta pobreza mental. Nicolau Breyner poderia ter sido grande, se tivesse uma indústria de cinema onde se inserir, em Portugal ou fora. Ele é bom, ele compreende a energia e o tom, e a colocação de um actor. Depois temos Filipe Duarte que na verdade Está a ter uma carreira, actua em pelo menos um filme por ano. Ele é talentoso, provavelmente o melhor “novo” actor português nos dias que correm, ele devia estar a crescer nos desafios que tem, em vez de ter que deslizar para a inutilidade destas produções estúpidas. Por fim, é muito triste ouvir a música ambiental e que cria ambientes de Rodrigo Leão, misturada com a iluminação e cenários superficiais e falsos deste mundo falso. Ele é certamente um dos melhores compositores que Nunca tivemos.

Estes 3 nomes são o mais triste que a série tem. Não porque estão nela, mas porque deveriam estar a fazer outras coisas, coisas melhores. É como se tivessem sido deportados para uma ilha quente infernal, como incidentalmente um dos cartões ilustrados da série é forçado a fazer.

A minha opinião: 1/5

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Destaques

Vou começar de forma mais séria a tratar o tema do cinema e espaço/arquitectura. Espero poder introduzir novidades em breve